sexta-feira, 20 de maio de 2011

Poema !

Quer seja curto ou comprido ,
Quer seja fino ou mais grosso ,
È um órgão muito querido,
Por não ter espinhas nem osso.
De incalculável  valor ,
Niguém tem um a mais ,
E desempenha no amor ,
Um dos papéis principais .
Quando uma dama lhe toca ,
Ei-lo a pular com fervor ,
Se for um rapaz , estremece ,
Se for velho , tem menos vigor.
O seu nome não é tão feio ,
Pois tem sete letrinhas só ,
Tem um R e um A no meio,
Começa em C e acaba em O.
Nunca se encontra sozinho ,
Vive sempre acompanhado ,
Por outros dois orgãozinhos,
Juntos de si , lado a lado .
O nome destes , porém,
Não  gera confusões ,
Tem sete letras também,
Tem L e acaba em ÕES.
Pra acabar  com o embalo,
E com as más impressões ,
Os òrgãos de que eu falo...
São o
e os Pulmões!

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